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Ficha Artística

Tradução e versão | Isabel Lopes
Encenação | Fernando Mora Ramos
Cenografia e figurinos | José Carlos Faria
Iluminação | Carina Galante e Filipe Lopes
Adereços | Natália Ferreira
Interpretação | Isabel Lopes, Carlos Borges, Paulo Calatré, Victor Santos

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Ficheiro em PDF

Um “enfarinhado” amigo da pinga tem uma mulher amiga de um fidalgo. Sente-se traído por ela e ela sente que ele, para além de querê-la em casa fechada, nada quer dela. Valério, um fidalgo de pacotilha, faz-lhe uma corte suspeita e ela sente-se cativada pelas suas boas maneiras. O marido é um bruto, nem falar sabe e está sempre bêbado. E ela tem aspirações. Um Doutor é chamado pelo enfarinhado a intervir mas este não consegue abrir a boca porque o Doutor é incontinente e está sempre em exercício falante e erudito, desenrolando o seu latinório pela língua fora sem parar. Gorgibus, pai dela, quer meter tudo em ordem mas está tão senil que chega sempre depois à questão do momento, funcionando por assim dizer, ao retardador. Desta salada entrecruzada surge um conflito que se vai sempre adensando numa confusão que só pára no final mais ou menos abrupto, como é da farsa, e todos vão cear.