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Ficha Artística

Tradução | Isabel Lopes
Encenação | Fernando Mora Ramos
Cenografia e Figurinos | José Carlos Faria
Iluminação | António Plácido
Interpretação | Isabel Lopes, Carlos Borges, José Carlos Faria, Victor Santos e os estagiários | Raquel Monteiro e Octávio Teixeira

Nesta peça observamos uma sociedade de vizinhos em que o dinheiro move toda uma rede de interesses, dos pequenos aos grandes. Os criados Valério e Lucas esperam gorjetas, Geronte quer casar a filha com herança que possa engrossar o património familiar, preterindo Leandro, o verdadeiro amor de Lucinda, que inventa uma doença, para fugir ao casamento imposto. Entretanto, Esganarelo, o lenhador extravagante, gasta o que não tem em vinho, malbarata a “prata da casa”, vendendo a própria cama. Martine, a mulher, educa sozinha os quatro filhos e, depois de levar umas pauladas, vinga-se na mesma moeda, armando-lhe uma cilada: Esganarelo vê-se obrigado à força de pancada a assumir que é médico. Jaquelina, a ama de leite, tem uma visão muito terra a terra da vida, lendo no amor de Lucinda por Leandro a raiz do mal da menina. E tudo acaba num “happy end”, arte dos finais… para bem de Lucinda e Leandro…